poema ralo

março 14, 2009 at 2:03 pm (Uncategorized)

O básico do barro

No começo era falho

Naquilo que se constrói e por outro lado esfarela-se

Em um segundo infinito o primeiro espera sua vez (pano de prato)

A simples viagem que nunca conclui

É chegada a hora do acerto de contas

No básico do básico o começo foi um ato que gira e cria a vida

A vida veio do movimento que gira

A vida gira; A simples viagem que não conclui

Um segundo infinito

O primeiro ilumina

A hora do acerto

Um ato que cria

O movimento da vida

No começo era básico

O básico do básico

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